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quarta-feira, 17 de julho de 2013
Corinto
Corinto foi uma das mais florescentes cidades gregas da antiguidade clássica, tendo sido autônoma e soberana durante o período arcaico da história da Grécia. Desde aqueles tempos, Corinto experimentou um notável desenvolvimento comercial devido à sua localização, o que trouxe benefícios sobre as artes (os seus famosos vasos de cerâmica) e a cultura de um modo geral, bem como a acumulação de riquezas pela aristocracia local.Corinto tinha dois importantes portos que movimentavam sua economia, um ficava no golfo de Corinto, outro se localizava ao sul, no mar Egeu. Havia em Corinto também dois grandes templos, um templo de Afrodite (deusa do amor), e um templo de Apolo (deus da musica, canto, poesia e também representava o ideal da beleza masculina). Diz a história que, havia no templo da deusa Afrodite mil sacerdotisas que aos finais de tarde desciam até a cidade e vendiam seus corpos,sendo assim, elas cultuavam dessa maneira o sexo. Em Corinto havia aproximadamente 250 mil habitantes, e era muito conhecida pela sua luxuria e por sediar os jogos ístimicos.A cidade foi destruída por um terremoto em 375, e foi saqueada pelos bárbaros do norte em 395, tendo muitos dos cidadãos sido vendidos como escravos na ocasião. Esse ataque e o saque de Roma pelos Visigodos em 409 possivelmente motivaram a construção de um muro de pedra enorme, levantado do Golfo Sarônico ao Golfo de Corinto, protegendo a cidade e a península do Peloponeso de mais invasões bárbaras vindas do norte. O muro de pedra tinha cerca de 10 km de comprimento e foi chamado de Hexamilion (hexi = seis em grego), durante o reinado do imperador bizantino Justiniano I. Em 551, a cidade foi de novo destruída por um terremoto. Em 856, outro terremoto na cidade matou 45 mil pessoas estimadamente.Nos séculos XII e XIII, a riqueza da cidade, gerada pelo comércio da seda aos estados latinos da Europa Ocidental, atraiu a atenção dos Normandos da Sicília, que saquearam a cidade em 1147. Em 1204, Geoffrey I de Villehardouin, sobrinho homônimo do famoso historiador da Quarta Cruzada passou a ter Corinto como sua possessão depois de saquear Constantinopla, ganhando também o título de príncipe de Acaia. De 1205 a 1208, os coríntios resistiram a dominação do Império Franco a partir de um forte em Acrocorinto, sob o comando do general Leão Sgouros. O cavaleiro francês William de Champlitte liderou as forças cruzadas. Em 1208, Leão Sgouros se matou se jogando do topo de Acrocorinto; mesmo assim, de 1208 a 1210, os coríntios continuaram a resistir às forças inimigas. Derrotada, Corinto se tornou parte do Principado de Acaia, governada pelos Villehardouins de sua capital em Andravida de Elis. Corinto era a última cidade significante ao norte de Acaia, fazendo fronteira com outro Estado nascido das cruzadas, o Ducado de Atenas.
domingo, 14 de julho de 2013
The Siberian
The Siberian origin of Hungarians was long hypothesized by European scholars. Here, Sigismund von Herberstein's 1549 map of Moscovia shows "Yugra from where the Hungarians originated" (Iuhra inde ungaroru origo), east of the Ob River. The Ural Mountains in the middle of the maps are labeled Montes dicti Cingulus Terræ ("The mountains called the Girdle of the Earth").The name "Uralic" refers to the suggested Urheimat (original homeland) of the Uralic family, which is often located in the vicinity of the Ural Mountains, as the modern languages are spoken on both sides of this mountain range.
Finno-Ugric is now sometimes used as a synonym for Uralic, though historically Finno-Ugric had been understood to exclude the Samoyedic languages.In recent times, linguists often place the Urheimat, (German: original homeland), of the Proto-Uralic language in the vicinity of the Volga River, west of the Urals, close to the Urheimat of the Indo-European languages, or to the east and southeast of the Urals. Gyula László places its origin in the forest zone between the Oka River and central Poland. E.N. Setälä and M. Zsirai place it between the Volga and Kama Rivers. According to E. Itkonen, the ancestral area extended to the Baltic Sea. P. Hajdu has suggested a homeland in western and northwestern Siberia.
The first mention of a Uralic people is in Tacitus's Germania mentioning the Fenni (usually interpreted as referring to the Sami) and two other possibly Uralic tribes living in the farthest reaches of Scandinavia. In the late 15th century, European scholars noted the resemblance of the names Hungaria and Yugria, the names of settlements east of the Ural. They assumed a connection, but did not seek linguistic evidence.
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