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segunda-feira, 16 de março de 2015
florilegia
Medieval florilegia were systematic collections of extracts taken mainly from the writings of the Church Fathers from early Christian authors, also pagan philosophers such as Aristotle, and sometimes classical writings. A prime example is the Manipulus florum of Thomas of Ireland, which was completed at the beginning of the fourteenth century. The purpose was to take passages that illustrated certain topics, doctrines or themes. After the medieval period, the term was extended to apply to any miscellany or compilation of literary or scientific character.
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The Fourth Book of Ezra
Fragment of Book 4 of Ezrah from an early codex in Greek.[ The Fourth Book of Ezra (2 Esdras) is an apocalypse written after the destruction of the Second Temple, probably between 95 and 100 C.E. It deals with the theological problems that arose from the destruction of the Temple].
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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
O etrusco
O etrusco era um idioma falado e escrito na antiga região da Etruria (a atual Toscana) e em algumas partes das atuais Lombardia, Veneza, e Emília-Romanha (onde os etruscos foram deslocados pelos galos), em Itália. No entanto, o latim substituiu totalmente o etrusco, deixando apenas uns poucos documentos e uns poucos empréstimos linguísticos no latim (e.g., pessoa do etrusco phersu), e alguns topônimos , como Parma. Dela existem inscrições atualmente impossíveis de traduzir ou decifrar. As poucas palavras traduzidas referem-se à vida e à morte, uma vez que os poucos documentos encontrados são espécies de lápides. O etrusco não mostra parentescos evidentes com outras línguas importantes da antiguidade, como o latim ou o grego. Durante certo tempo foi considerada uma língua isolada como o basco. Atualmente encontra-se juntamente com outras línguas menores forma a chamada família tirrênica. Desde Rix (1998) é amplamente aceito que o rético e o lemnio juntamente com o etrusco são parte desta família tirrénica. Outra possível língua relacionada com etrusca é a minoica. Tal relação foi a principal hipótese de Michael Ventris antes de descobrir que a língua atrás da mais moderna escrita linear B foi o miceno, um dialeto grego. Giulio Mauro Facchetti, um pesquisador que tenha lidado com ambas as línguas (etrusca e minoica) apresentou mais uma vez essa hipótese, comparando algumas das palavras da minóica com significado conhecido com palavras etruscas similares
No seu Naturalis História (século I ), Plínio escreveu sobre os povos alpinos: "Os rétios e os vindelicios fronteiriças com a dos [nóricos], todos distribuídos em numerosas cidades. Os galos sustentam que os retios descendem dos etruscos, por seu líder Repto." Baseado nisto e em dados linguísticos está claro que o etrusco está relacionado com o rético. No entanto, para além destes fatos conhecidos, há um amplo debate. Alguns eruditos atuais afirmaram que o etrusco é parte da grande família tirrênica e está remotamente relacionada com a família de línguas indo-europeias, e citam similitudes nos finais gramaticais e o vocabulário. Nada pode ser determinado considerando a escassez de textos em geral em etrusco. Por agora muitos permanecem conservadores e consideram o tirreno isolado.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
As línguas bantas
As línguas bantas formam um ramo do grupo benue-congolês da família linguística nígero-congolesa, com mais de 600 línguas. São faladas sobretudo nos países africanos a sul do Equador, por cerca de 300 milhões de pessoas, principalmente por bantos.
Os idiomas bantu foram classificados por Malcolm Guthrie em 1948 em grupos de acordo com zonas geográficas. Guthrie também reconstruiu o proto-bantu como o protoidioma deste grupo de idiomas. A atual abrangência do grupo linguístico deve-se à expansão banta, que provavelmente ocorreu há aproximadamente 2000 anos.
A palavra bantu foi primeiramente usada por W. H. I. Bleek (1827-75) com o significado de povo como é refletido em muitos dos idiomas deste grupo - em muitas destas línguas, usa-se a palavra ntu ou dela derivada referindo-se a um ser humano; ba- é um prefixo que indica o plural para seres humanos em muitas destas línguas. Bleek e mais tarde Carl Meinhof fizeram estudos comparativos das gramáticas dos idiomas bantos.
Existe alguma controvérsia sobre a identidade de alguns idiomas bantu, que alguns linguístas consideram dialetos de uma língua. Em Moçambique, por exemplo, a língua principal do sul do país é a língua tsonga, embora os seus dialetos, xiChangana, xiRonga e xiTswa sejam muitas vezes considerados línguas.
A característica gramatical mais proeminente dos idiomas bantos é o uso extensivo de prefixos. Cada substantivo pertence a uma classe e cada idioma pode ter aproximadamente dez classes, um pouco como gêneros em idiomas europeus. A classe é indicada por um prefixo no substantivo, como também em adjetivos e verbos que concordam com aquele. O plural é indicado por uma mudança de prefixo.
O verbo tem vários prefixos. Por exemplo, em suaíli "Mtoto mdogo amekisoma" significa "A criança pequena leu isto" (um livro). Mtoto, "criança", governa o prefixo do adjetivo m - , e o sujeito do verbo com o prefixo a - . A seguir vem o tempo do verbo (perfeito) -me - e um marcador de objeto -ki - concordando com kitabu (implícito), livro. O plural desta frase é: Watoto wadogo wamekisoma; se usarmos o plural para livros (vitabu ), a frase torna-se: Watoto wadogo wamevisoma.
O idioma banto com o número maior de falantes é o suaíle; analisando a história deste idioma, alguns linguistas acreditam que os idiomas bantos formam um contínuo desde línguas tonais até idiomas sem nenhum tom.
Outros idiomas bantos importantes incluem o lingala, o luganda, o quicongo, o kimbundo,o umbundo, o kioko, e o cinianja na África Central e Oriental, e o xichona, o ndebele do norte, o setswana, o sesotho, o zulu, o xhosa, o Ambó, o sepedi, e o suázi na África Meridional.
Alguns idiomas bantos são vulgarmente conhecidos pelos não-africanos pelo nome sem o prefixo que funciona como um artigo definido (Swahili para Kiswahili, Zulu para isiZulu, etc.), mas a forma nua não acontece tipicamente no idioma: no Botswana as pessoas são batswana, uma pessoa é um motswana, e o idioma é sempre setswana.
domingo, 20 de outubro de 2013
lenguas semíticas
Las lenguas semíticas o semitas son una familia de la macrofamilia de lenguas afroasiáticas. Se desarrollaron sobre todo por Oriente Próximo y el norte y este de África. Toman su nombre del personaje bíblico Sem, el hijo de Noé, cuyos descendientes serían con base en la historia bíblica y la tradición, los pueblos semitas.
Las lenguas semíticas más habladas en el presente son el árabe, el amárico, el hebreo y el tigriña. La protolengua o grupo de dialectos estrechamente ligados que habría dado lugar a las lenguas semíticas se conoce como protosemítico.
De la familia semítica se conservan registros escritos ininterrumpidos desde el 2500 a. C. hasta el presente, lo que hace de ella la mejor testimoniada históricamente. Compárense los 4500 años de registros de lenguas semíticas con los algo más de 3500 años de textos en lenguas chinas, los 3400 años de textos griegos o los 3200 años que median entre las primeras inscripciones en egipcio antiguo y los últimos textos en copto). Los primeros textos semíticos conocidos están escritos en acadio (ca. 2500 a. C., - 1600 a. C.), eblaíta (ca. 2400 a. C.), ugarítico (ca. 1400 a. C. - ca. 1185 a. C.), lenguas cananeas (ca. 1200 a. C.), hebreo antiguo (ca. 1100 a. C.- 250 d. C.), fenicio-púnico (ca. 1000 a. C. - 200 d. C.) y arameo antiguo (900 a. C. - 250 d. C.).
Las lenguas semíticas suelen dividirse en tres grandes grupos: orientales (Mesopotamia), occidentales o nordoccidentales (Oriente Próximo) y meridionales o sudoccidentales (Península Arábiga y Cuerno de África).
Todas las lenguas semíticas del grupo oriental están actualmente extintas. A esta rama pertenece la lengua semítica más antigua conocida, el acadio, que se hablaba en zonas del actual Irak. Las más antiguas inscripciones en acadio datan de la primera mitad del tercer milenio antes de Cristo, y utilizan la escritura cuneiforme, tomada de los sumerios. Hacia el 2000 a. C., el acadio se fragmentó en dos lenguas diferentes: el babilonio, hablado en el sur de Mesopotamia, y el asirio, hablado en el norte.
Se discute si el eblaíta, lengua hablada en la ciudad de Ebla, en Siria, en el tercer milenio antes de nuestra era, recientemente descubierta, pertenece a este grupo o al de las lenguas occidentales, puesto que parece tener similitudes con ambas ramas.
La mayor parte de estas lenguas están también extinguidas. Sobreviven únicamente dos: el hebreo y el arameo.
Las lenguas semíticas occidentales conocidas son:
Ugarítico: Se habló en la zona de la antigua ciudad de Ugarit, en el Mediterráneo oriental, a mediados del segundo milenio antes de Cristo. Se conocen varios textos en lengua ugarítica, descubiertos en excavaciones arqueológicas a partir de los años veinte. Lengua actualmente extinta.
Amorrita: se conoce únicamente a través de nombres propios no acadios transmitidos por escribas acadios durante la época de dominio amorrita en Mesopotamia, en el segundo milenio antes de nuestra era.
Lenguas cananeas: principalmente, fenicio, púnico, moabita, edomita, hebreo y ammonita. Hay indicios de que el fenicio se hablaba y escribía a mediados del segundo milenio antes de Cristo, aunque sólo existen inscripciones en esa lengua a partir del año 1000 a. C., extendidas por todo el Mediterráneo oriental. Del fenicio derivó el púnico, la lengua de los cartagineses, que aún era hablada en el siglo V, según el testimonio de San Agustín. Las lenguas moabita, edomita y ammonita se hablaron en el área en torno al Jordán; de estas lenguas existen sólo unas pocas inscripciones de la primera mitad del primer milenio antes de nuestra era.
El caso del hebreo es bastante peculiar. La primera inscripción conocida en esta lengua data del año 925 a. C., y muchos de los libros de la Biblia están escritos en dicha lengua. Sin embargo, a partir del siglo IV a. C. sufre la dura competencia del arameo. Se extinguió finalmente en el siglo II, sobreviviendo sólo como lengua litúrgica. Fue recuperado con esfuerzo a partir del siglo XIX por los sionistas, que necesitaban una lingua franca para los inmigrantes judíos en Palestina, procedentes de todos los rincones del mundo, y es hoy la lengua oficial del estado de Israel, con unos seis millones de hablantes.
Arameo: documentado desde el 850 a. C., en Siria, se extendió rápidamente por todo Oriente Próximo, llegando a convertirse en la lingua franca de un extensísimo territorio que se extendía desde Afganistán hasta Egipto. Siguió siendo, en competencia con el griego, el idioma más importante de Oriente Próximo hasta que, tras el advenimiento del islam, fue desplazado por el árabe. Estuvo dividido en varios dialectos, clasificados en dos grandes grupos: arameo occidental y arameo oriental. Uno de los dialectos más destacados, perteneciente al grupo oriental, es el siríaco, lengua litúrgica de varias iglesias cristianas orientales.
El arameo subsiste en la actualidad. Se estima que hay unos 400.000 hablantes de esta lengua, la mayor parte de ellos en el área de Oriente Próximo.
El grupo de lenguas semíticas meridionales incluye las lenguas sudarábigas, el árabe y las lenguas etiópicas.
Lenguas sudarábigas epigráficas: cuatro de estas lenguas son conocidas por inscripciones que datan de entre los años 700 a. C. y 500 a. C., encontradas en el sur de la Península Arábiga. Son el sabeo, el qatabánico, el hadrámático y el mineo. Todas están actualmente extinguidas, y se conocen sólo por los restos epigráficos.
Lenguas sudarábigas modernas: sin relación directa con estas lenguas epigráficas, existen las llamadas lenguas sudarábigas modernas en algunas zonas de los actuales Yemen y Omán, y en la isla de Socotra. Son seis lenguas: mehri, harsusi, bathari, hobyot, jibbali y soqotri. Esta última, hablada en Socotra, es la que tiene un número más elevado de hablantes (unos 50.000). El árabe en sus diferentes varieades es, con mucho, la lengua semítica más hablada. Propiamente se puede argumentar que las variedades árabes vernáculas son lenguas diferentes, sólo el árabe usado en registros escritos es similar en diversos países, no así el árabe coloquial usado como lénguas vernáculas. Por esa razón algunos autores consideran que el árabe debe ser clasificado como una macrolengua. En total se calcula que todas las variedades de árabe, suman unos 250 millones de hablantes. Los primeros textos conocidos en árabe datan del siglo IV. La rápida expansión del islam a partir del siglo VII llevó aparejada la difusión de la lengua árabe por una zona muy extensa, que va desde la costa atlántica de África hasta Mesopotamia. Con el tiempo, la lengua se fue fragmentando en dialectos locales, si bien el árabe clásico se mantuvo como lengua escrita y, en la actualidad, se emplea en los medios de comunicación de masas. Los diferentes dialectos vernáculos (Irak, Siria, Líbano, Egipto, Magreb) que constituyen el árabe difieren bastante del árabe clásico -tanto como el italiano del latín, se ha dicho-, y, en muchos casos, no son inteligibles entre sí.
El maltés tiene su origen en una variedad neoárabe muy influida por el siciliano. Desde un punto de vista jurídico tienen reconocimiento como lengua oficial en Malta, y es notablemente diveregente del árabe vernáculo del resto de países árabes.
Las lenguas etiópicas se dividen en etiópicas septentrionales y etiópicas meridionales.
Etiópicas septentrionales: ge'ez, tigriña y tigré. El ge'ez, la lengua del antiguo Reino de Aksum, se extinguió como lengua hablada hace varios siglos, pero sigue existiendo como lengua litúrgica de la Iglesia Ortodoxa Etíope. La lengua tigré es hablada en la actualidad por 0,8 millones de personas, mayoritariamente musulmanas, en Eritrea, a lo largo de la costa del Mar Rojo. El tigriña, por último, es la cuarta lengua semítica con mayor número de hablantes (unos 5 millones), repartidos fundamentalmente entre el norte de Etiopía y Eritrea. De este último estado es una de las tres lenguas oficiales.
Etiópicas meridionales: a este grupo pertenecen varias lenguas, como el kistane (250.000 hablantes), el argobba (40.000), el harari (20.000), las lenguas silte (800.000), entre otras muchas. Por encima de todas destaca el amárico, la segunda lengua semítica más hablada después del árabe con unos 17 millones de hablantes, y lengua oficial de Etiopía.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
náuatle
O náuatle (português brasileiro) ou nauatle (português europeu), também chamado de asteca, é um grupo de línguas e dialetos pertencentes ao ramo asteca da família linguística uto-asteca, todas nativas da Mesoamérica e faladas por cerca de 1,5 milhão de náuatles, a maioria no centro do México.
O náuatle tem sido falado no México central desde pelo menos o século VII. Na época da conquista espanhola do México, no início do século XVI, era o idioma dos astecas, que dominavam o México central durante o fim do período pós-clássico da cronologia mesoamericana. A expansão e influência do Império Asteca fizeram com que o dialeto falado pelos astecas de Tenochtitlán se tornasse um dialeto de prestígio na Mesoamérica deste período. Com a introdução do alfabeto latino, o náuatle também se tornou uma língua literária e muitas crônicas, gramáticas, obras de poesia, documentos administrativos e códices foram escritos nos séculos XVI e XVII.3 Esta língua literária baseada no dialeto de Tenochtitlán foi chamada de náuatle clássico e está entre as línguas mais estudadas e bem-documentadas das Américas.
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