segunda-feira, 16 de março de 2015
Dioscorides' De Materia Medica,
Dioscorides' De Materia Medica, Byzantium, 15th-century manuscript, by which time the text had been in publication for about 1500 years
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florilegia
Medieval florilegia were systematic collections of extracts taken mainly from the writings of the Church Fathers from early Christian authors, also pagan philosophers such as Aristotle, and sometimes classical writings. A prime example is the Manipulus florum of Thomas of Ireland, which was completed at the beginning of the fourteenth century. The purpose was to take passages that illustrated certain topics, doctrines or themes. After the medieval period, the term was extended to apply to any miscellany or compilation of literary or scientific character.
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The Fourth Book of Ezra
Fragment of Book 4 of Ezrah from an early codex in Greek.[ The Fourth Book of Ezra (2 Esdras) is an apocalypse written after the destruction of the Second Temple, probably between 95 and 100 C.E. It deals with the theological problems that arose from the destruction of the Temple].
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[Caderno de notas de Fernando Pessoa] : tachygraphia portugueza . - [19--] . - [33] p. ; 8,7 x 11,7 cm
[Caderno de notas de Fernando Pessoa] : tachygraphia portugueza . - [19--] . - [33] p. ; 8,7 x 11,7 cm
Autógrafo a tinta preta e a lápis de carvão e roxo . - Textos em português e inglês, escritos também na perpendicular . - Tem como suporte um conjunto de fragmentos de folhas lisas de sebenta, agrafadas em forma de caderno. Três pestanas sinalizam folhas arrancadas . - Título na folha que serve de capa «Tachygraphia portugueza.» e na da contracapa «Tachygraphia» . - No canto superior esquerdo, a tinta preta, assinatura sublinhada «A.S.» [Alexander Search] . - Local de escrita atribuído : Lisboa . - Caderno de difícil datação já que não existe nenhuma data mencionada e exercícios de taquigrafia aparecem em documentos com datas muito diversificadas . - Indicação da cota no canto superior direito, seguida da numeração das folhas com anotações do autor (de 1 a 22) . - Inclui apontamentos relacionados com o título do caderno : «Signaes para as consoantes», «signaes para as vogaes», «Combinações», «Preposições», prefixos, acompanhados de listas e de símbolos. Inclui ainda : «Competitions :», em 17r, que vem seguido de uma lista com nove itens numerados, relacionados eventualmente com competições inglesas de futebol ; «1. Táctica Commercial»), em 18r ; outras notas. BNP Esp. E3/144L-1-22
Autógrafo a tinta preta e a lápis de carvão e roxo . - Textos em português e inglês, escritos também na perpendicular . - Tem como suporte um conjunto de fragmentos de folhas lisas de sebenta, agrafadas em forma de caderno. Três pestanas sinalizam folhas arrancadas . - Título na folha que serve de capa «Tachygraphia portugueza.» e na da contracapa «Tachygraphia» . - No canto superior esquerdo, a tinta preta, assinatura sublinhada «A.S.» [Alexander Search] . - Local de escrita atribuído : Lisboa . - Caderno de difícil datação já que não existe nenhuma data mencionada e exercícios de taquigrafia aparecem em documentos com datas muito diversificadas . - Indicação da cota no canto superior direito, seguida da numeração das folhas com anotações do autor (de 1 a 22) . - Inclui apontamentos relacionados com o título do caderno : «Signaes para as consoantes», «signaes para as vogaes», «Combinações», «Preposições», prefixos, acompanhados de listas e de símbolos. Inclui ainda : «Competitions :», em 17r, que vem seguido de uma lista com nove itens numerados, relacionados eventualmente com competições inglesas de futebol ; «1. Táctica Commercial»), em 18r ; outras notas. BNP Esp. E3/144L-1-22
[Caderno de notas de Fernando Pessoa] = Note book . - [1908] . - [121] p. : il. ; 12,8 x 9 cm
[Caderno de notas de Fernando Pessoa] = Note book . - [1908] . - [121] p. : il. ; 12,8 x 9 cm
Autógrafo a tinta preta, a lápis de carvão e roxo . - Textos em inglês, francês e português, escritos em várias direcções . - Tem como suporte um caderno de folhas quadriculadas, de capa preta, escrito nos dois sentidos : no sentido directo, com início no verso da capa (em 1) até 26v, e, no sentido inverso, com início no verso da guarda da contracapa (em 63) até 27, separados por 17 folhas em branco. A folha 27 está ligeiramente rasgada . - Número autógrafo «5» no verso da folha 60. Indicação da cota, seguida da numeração das folhas com anotações do autor (de 1 a 63), independentemente do sentido da leitura : no canto superior direito da folha de rosto de 1 a 26, e, no canto inferior esquerdo do verso das folhas, de 27 a 63. Há um lapso na numeração, estando o nº 12 repetido . - No sentido directo, em 1, «July 27 - 100 rs. in Copper» e, em 2r, duas assinaturas de «Alexander Search» ; em sentido inverso, no rosto da folha de guarda (verso de 63), a tinta preta, centrado, «Note. Book.», encimado pela assinatura de «Alexander Search» . - Local de escrita atribuído : Lisboa . - Datas mencionadas entre Abril («Tuesday. April 2st. 1908», em 3r) e Agosto de 1908 («2-8-1908», em 59v) . - Inclui : «vários planos e esboços de sátiras (uma delas, 'The Gospel according to Marx', em 144I-8r)» (PIZARRO, 2007, p. 107) ; poesia em inglês e português ; lista de sonetos a serem traduzidos ; referências bibliográficas ; apontamentos ; exercícios de caligrafia da assinatura de «Alexander Search» ; números ; desenhos de cabeças e um desenho a lápis com legenda : «um ibis chamado Antonio» . - Alguns textos deste caderno foram publicados : por ZENITH (2003) : «The greatest error that men can commit», em 60r (p. 27) ; por PIZARRO (2006) : «Caractères spéciaux du délire que relève directement de la grande hystérie», de 8v a 12v (p. 680), «Grasset : article in 'Dict[ionnaire] des Sc[iences] Méd[icales]'», em 12v e 13r (p. 612), «très souvent la folie confirmée», em 20r (p. 644), e, no Aparato genético, «Poets and authors inmorality, criminal», em 13r (p. 959). Este caderno é também comentado em PIZARRO (2007, p. 106-108).
Autógrafo a tinta preta, a lápis de carvão e roxo . - Textos em inglês, francês e português, escritos em várias direcções . - Tem como suporte um caderno de folhas quadriculadas, de capa preta, escrito nos dois sentidos : no sentido directo, com início no verso da capa (em 1) até 26v, e, no sentido inverso, com início no verso da guarda da contracapa (em 63) até 27, separados por 17 folhas em branco. A folha 27 está ligeiramente rasgada . - Número autógrafo «5» no verso da folha 60. Indicação da cota, seguida da numeração das folhas com anotações do autor (de 1 a 63), independentemente do sentido da leitura : no canto superior direito da folha de rosto de 1 a 26, e, no canto inferior esquerdo do verso das folhas, de 27 a 63. Há um lapso na numeração, estando o nº 12 repetido . - No sentido directo, em 1, «July 27 - 100 rs. in Copper» e, em 2r, duas assinaturas de «Alexander Search» ; em sentido inverso, no rosto da folha de guarda (verso de 63), a tinta preta, centrado, «Note. Book.», encimado pela assinatura de «Alexander Search» . - Local de escrita atribuído : Lisboa . - Datas mencionadas entre Abril («Tuesday. April 2st. 1908», em 3r) e Agosto de 1908 («2-8-1908», em 59v) . - Inclui : «vários planos e esboços de sátiras (uma delas, 'The Gospel according to Marx', em 144I-8r)» (PIZARRO, 2007, p. 107) ; poesia em inglês e português ; lista de sonetos a serem traduzidos ; referências bibliográficas ; apontamentos ; exercícios de caligrafia da assinatura de «Alexander Search» ; números ; desenhos de cabeças e um desenho a lápis com legenda : «um ibis chamado Antonio» . - Alguns textos deste caderno foram publicados : por ZENITH (2003) : «The greatest error that men can commit», em 60r (p. 27) ; por PIZARRO (2006) : «Caractères spéciaux du délire que relève directement de la grande hystérie», de 8v a 12v (p. 680), «Grasset : article in 'Dict[ionnaire] des Sc[iences] Méd[icales]'», em 12v e 13r (p. 612), «très souvent la folie confirmée», em 20r (p. 644), e, no Aparato genético, «Poets and authors inmorality, criminal», em 13r (p. 959). Este caderno é também comentado em PIZARRO (2007, p. 106-108).
Dutch manuscript of the 150 Psalms
Ostrakon of Megacles, son of Hippocrates
Ostrakon of Megacles, son of Hippocrates (inscription: ΜΕΓΑΚΛΕΣ ΗΙΠΠΟΚΡΑΤΟΣ), 487 BC. On display in the Ancient Agora Museum in Athens, housed in the Stoa of Attalus
Bust of Periander
Bust of Periander bearing the inscription "Periander, son of Cypselus, Corinthian". Marble, Roman copy after a Greek original by Kresilas, 4th century
sexta-feira, 6 de março de 2015
Valentim Fernandes
Valentim Fernandes (Morávia, 14?? - Lisboa, 1518 ou 1519), também conhecido por Valentim Fernandes Alemão ou Valentim Fernandes da Morávia, foi um impressor e tradutor germânico. Fixou-se em Lisboa em 1495, onde residiu e trabalhou durante 23 anos, destacando-se como editor e tradutor de diversos textos clássicos, entre os quais o de Marco Polo e o Regimento Proveitoso contra a Pestenença. Exerceu o seu ofício em sociedade, como por exemplo com o seu compatriota Nicolau de Saxónia, com João Pedro de Cremona (ou Buonhomini), com Hermão de Campos (ou Herman de Kempos) ou com Nicolau Gazini do Piomonte. Por ordem da Rainha D. Leonor, imprimiu, logo ao chegar, em 1495, em parceria com Nicolau da Saxónia a "Vita Christi" de Ludolfo de Saxónia, traduzido do latim por Frei Bernardo de Alcobaça e Nicolau Vieira. Seguiram-se outras edições, das quais se destaca, em 1510, uma versão em língua portuguesa dos "Evangelhos e Epístolas", compilação de textos religiosos por Guilherme de Paris e dirigidos ao clero, que o tipógrafo Rodrigo Álvares traduziu a partir de um texto impresso em Saragoça por Pablo Hurus. Em 1512-13 foi responsável pela impressão da primeira versão das Ordenações Manuelinas. Um projeto pioneiro que deu à luz ao primeiro código impresso de leis em Portugal. Em 1518 publicou o que se julga ser o seu último trabalho - o "Reportório dos Tempos". Presume-se que após a sua morte, em 1518 ou 1519, as suas caixas de tipos, prelos, gravuras e tarjas decorativas tenham sido vendidas pelos seus herdeiros ao impressor francês Germão Galharde, que em 1519, montou tipografia em Lisboa. Correspondeu-se com diversos intelectuais e artistas, entre os quais Albrecht Dürer, Hieronymus Münzer e Mathias Ringmann (aliás Philesius Vogesigena, também tradutor e impressor como ele); particularmente ao último além disso geógrafo, enviou para Alemanha (então parte do Sacro Império Romano-Germânico) notícia dos descobrimentos portugueses.
domingo, 6 de julho de 2014
Xiangqi
O Xiangqi é similar ao shogi e ao xadrez e supostamente partilha um ancestral comum com esses dois jogos: o Chaturanga, esta teoria é contestado pelo especialista Samuel Howard Sloan. Vale destacar que no passado (pré-1000 a.C.) o nome Xiangqi foi aplicado a outros jogos de tabuleiro além do xadrez chinês. Segundo Samuel Howard Sloan o xadrez original (anterior ao chaturanga) foi criado na China em 204-203 a.C. por Han Xin, um líder militar, embora a maioria dos especialistas ocidentais não aceite essa tese. Há duas referências ao xadrez na antiga literatura chinesa. A primeira foi de uma coleção de poemas conhecida como "Chu Chi" durante a Dinastia Chou (1046 - 255 a.C.). A segunda é de um famoso livro conhecido como "Shuo Yuan". Ambos são bem conhecidos na literatura chinesa.
bispo
O predecessor do bispo no Shatranj era o Alfil ou Pīl, que podia se mover duas casas em diagonal, pulando a primeira mesmo quando esta estava ocupada. Como consequência, cada Alfil ficava restrito a oito casas do tabuleiro e não podia atacar o Alfil adversário. O Bispo moderno surgiu primeiro por volta do século XII no Xadrez Courier. Uma peça com este movimento, chamada cocatriz ou crocodilo era parte do Grande Acedrez no livro de jogo compilado em 1283 pelo Rei Afonso X de Castela. O jogo é atribuído como de origem indiana, até então um termo vago. Aproximadamente meio século depois, Muḥammad ibn Maḥmud al-Āmulī em seu livro Tesouros da ciência descreve uma forma de xadrez expandida com duas peças que "moviam-se como a torre porém obliquamente". Tal peça era denominada dabbabah, o nome empregado para um telhado portátil utilizado por soldados atacando uma muralha protegida por arqueiros, líquidos fervendo, e outros artefatos militares utilizados pelos defensores. Dois livros do final do século XV descrevem a nova movimentação do Bispo: o Libre Del jochs partits dels schachs em nombre de 100 de Francesc Vicent, perdido em 1811 durante um saque dos soldados de Napoleão ao Mosteiro de Montserrat, e o Repetición de amores e arte Del axedres com CL iuegos de partido de Luiz Ramíriz de Lucena, impresso na cidade de Salamanca e dedicado ao recém falecido príncipe Don Juan, filho de Fernando e Isabel de Castela. Ao invés de se mover pulando somente uma casa, poderia percorrer o caminho diagonal desde seu caminho não estivesse impedido. A origem do nome é obscura. Acredita-se que tenha sido provocada pelo formato abstrato do Pīl, com duas protuberâncias no topo, que originalmente simbolizavam as presas de um elefante, fizesse lembrar a mitra dos bispos. A tradução do nome da peça a partir do árabe, diferente das outras peças, não foi homogênea. Na Espanha, influenciada diretamente pelos árabes, se reteve o nome original "Alfil", enquanto na Itália foi modificado para Alfiere, com o significado de porta-estandarte. Na França a peça foi nomeada inicialmente como Aufin e posteriormente como Fou, com o significado de bobo da corte, que permanece até a atualidade. Na Alemanha e Dinamarca a peça é empregada com o significado de corredor, Läufer e Looper, respectivamente. Em países sob influência nórdica, a peça adquiriu o significado de Bispo, o que provavelmente teve influência da posição da peça ao lado do Rei no tabuleiro e o status da Igreja como principal conselheira da monarquia.
chaturanga
Não é possível estabelecer uma comparação entre o chaturanga e jogos de tabuleiro mais antigos. O conhecimento de jogos de tabuleiros indianos mais antigos é vago porque a literatura Brahmane e Sutras era religiosa e quase totalmente poética. Somente literaturas posteriores incluiam objetos seculares. Embora termos indicando jogos de tabuleiro sejam vagos em relação as regras, o termo Ashtāpada (8x8) e dasapada (10x10) são úteis pois empregam o mesmo tabuleiro monocromático que outras variantes de xadrez antigas. O significado da palavra Ashtāpada é estabelecido por Patañjali no livro Mahābhāshya escrito no século II, como um tabuleiro em que cada linha tem oito casas monocromáticas, sendo o termo um objeto familiar. Chaturanga é um adjetivo composto por duas palavras, chatur que significa "quatro" e anga que significa "membro" e tem o significado literal de "quadripartido". Em seu sentido original aparece no Rigvēda em referência as quatro partes do corpo humano e no Shatapatha Brahmana. O termo apareceu também no Mahābhārata que existe desde o século V, Ramayana (Séc. V a.C.), Nitisara (Kamandaki) do início da era cristã e no atharva veda Parsistas (~250) tanto com a palavra bata (exército) ou como substantivo neutro ou feminino no sentido de "exército composto por quatro membros" e "exército" em geral, ficando claro o uso da palavra como nome do exército em sânscrito. O significado destas quatro partes fica claro da conexão da palavra chaturanga com bigas, elefantes, cavalaria e infantaria no Ramayana, no Mahābhārata e no Amarakosa no qual o exército é expressamente chamado de hasty-ashwa-ratha-padatam que era a composição do exército desde IV a.C. de acordo com relatos gregos da invasão do noroeste indiano por Alexandre, o grande. O historiador grego Megástenes passou algum tempo na corte de Pataliputra no Séc. III a.C. e afirmou que havia seis divisões no exército: Elefantes, Bigas, Cavalaria, Soldados, suprimentos e barcos. (hasty-aswa-ratha-padati-senepati-karmakara).
segunda-feira, 19 de maio de 2014
celtibero
O celtibérico ou celtibero (também conhecido como hispano-celta do nordeste) é uma língua indo-europeia extinta do ramo celta, falada pelos celtibéricos na região da península Ibérica localizada entre as águas dos rios Douro, tejo, Júcar e Turia e do Ebro. O idioma foi atestado através de cerca de duzentas inscrições datadas dos séculos II e I a.C., quase todas na escrita celtibérica, uma adaptação direta da escrita do nordeste ibérico, embora algumas estejam no alfabeto latino. As inscrições mais longas em celtibérico são as encontradas nas três placas de Botorrita, placas de bronze encontradas em Botorrita, perto de Saragoça, que datam do início do século I a.C., e que receberam o nome de Botorrita I, III and IV (a 'Botorrita II' está em latim).
O galaico
O galaico ou galeco, também conhecido como hispano-celta do noroeste, foi uma língua celta (do tipo Q) ou um grupo de línguas e dialetos, aparentados ao celtibero, falado no início da era cristã no quadrante noroeste da península Ibérica, mais especificamente entre as costas oeste e norte do Atlântico e uma linha imaginária que corta a península de norte a sul, ligando as atuais cidades de Oviedo e Mérida, na Espanha. Assim como ocorre com o ilírio e o lígure, seu corpus é composto de palavras isoladas e frases curtas encontradas em inscrições locais (em latim), ou glosadas por autores clássicos, juntamente com diversos nomes - antropônimos, etnônimos, teônimos, topônimos - também encontrados em inscrições, ou que sobreviveram até os dias de hoje em nomes de locais, rios ou montanhas. Diversas palavras de origem céltica também foram preservadas pelas línguas românicas locais, e que podem ter sido herdadas destes dialetos celtas-Q.
domingo, 11 de maio de 2014
Pachamama
Pachamama is usually translated as Mother Earth, but a more literal translation would be "World Mother" (in Aymara and Quechua. Since there is no equal diction in modern Spanish or English, it was translated by the first Spaniard Chronists as mama = mother / pacha = world or land; and later widened in a modern meaning as the cosmos or the universe). The Inca goddess can be referred to in multiple ways; the primary way being Pachamama. Other names for her are: Mama Pacha, La Pachamama, and Mother Earth. La Pachamama differs from Pachamama because the 'La' signifies the interwoven connection that the goddess has with nature, whereas Pachamama--without the 'La'--refers to only the goddess.
sábado, 10 de maio de 2014
Niflheim
Niflheim ("mistland" ou "reino da névoa") o mundo do frio, da névoa e da neve, situado acima da fonte Hvergelmir, no nível inferior de Yggdrasil e ao lado de Hel e Muspelheim.Participou juntamente com Muspelheim, o reino de fogo, da criação de Midgard, do vazio primordial de Ginungagap. Será de lá que, no Ragnarök, sairá o navio dos mortos, Naglfari, conduzido pelo deus Loki. Local onde a neblina se condensa aquecida pelos ventos quentes soprados diretamente de Muspelheim. A névoa faz de Niflheim um mundo de ilusão, um estado indefinido entre o tangível e o intangível, o real e o irreal, o repouso antes do começo. Em Niflheim existe um dragão chamado Nidhogg. Ele roe as raizes mais fundas da árvore do mundo, Yggdrasil, com o objetivo de a destruir, aguardando o Ragnarök.
Em alguns trechos da mitologia nórdica é dito que as raízes mais profundas da árvore Yggdrasil estão enterradas nesta região. É também em Niflheim que reinam os Nibelungos.
Psyche Opening the Door into Cupid's Garden
domingo, 9 de fevereiro de 2014
Aži
Aži (nominative ažiš) is the Avestan word for "serpent" or "dragon." It is cognate to the Vedic Sanskrit word ahi, "snake," and without a sinister implication. Azi and Ahi are distantly related to Greek ophis, Latin anguis, Russian and Old Church Slavonic уж (grass-snake), all meaning "snake".
The original meaning of dahāka is uncertain. Among the meanings suggested are "stinging", "burning" (cf. Sanskrit dahana), "man" or "manlike" (cf. Khotanese daha), "huge" or "foreign" (cf. the Scythian Dahae and the Vedic dasas). In Persian mythology, Dahāka is treated as a proper noun, and is the source of the Ḍaḥḥāk (Zahāk) of the Shāhnāme.
The Avestan term Aži Dahāka and the Middle Persian azdahāg are the source of the Middle Persian Manichaean demon of greed Az, Old Armenian mythological figure Aždahak, modern Persian Ejdehâ and Tajik Persian azhdahâ and Urdu Azhdahā (اژدها) as well as the Kurdish Hazhdiha (ههژدیها) which usually mean "dragon".
Despite the negative aspect of Aži Dahāka in mythology, dragons have been used on some banners of war throughout the history of Iranian peoples.
The Azhdarchid group of pterosaurs are named from an Persian word for "dragon" that ultimately comes from Aži Dahāka.
Zoroaster
Zoroaster's name in his native language, Avestan, was probably Zaraϑuštra. His English name, "Zoroaster", and the derivatives from a later (5th century BCE) Greek transcription, Zōroastrēs (Ζωροάστρης), as used in Xanthus's Lydiaca (Fragment 32) and in Plato's First Alcibiades (122a1). This form appears subsequently in the Latin Zōroastrēs and, in later Greek orthographies, as Zōroastris. The Greek form of the name appears to be based on a phonetic transliteration or semantic substitution of the Avestan zaraϑ- with the Greek zōros (literally "undiluted") and the Avestan -uštra with astron ("star").
In Avestan, Zaraϑuštra is generally accepted to derive from an Old Iranian *Zaratuštra-; The element half of the name (-uštra-) is universally accepted to mean "camel". Reconstructions from later Iranian languages—particularly from the Middle Persian (300 BCE) Zardusht, which is the form that the name took in the 9th- to 12th-century Zoroastrian texts—suggest that *Zaratuštra- might be a zero-grade form of *Zarantuštra-. Subject then to whether Zaraϑuštra derives from *Zarantuštra- or from *Zaratuštra-, several interpretations have been proposed.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
O etrusco
O etrusco era um idioma falado e escrito na antiga região da Etruria (a atual Toscana) e em algumas partes das atuais Lombardia, Veneza, e Emília-Romanha (onde os etruscos foram deslocados pelos galos), em Itália. No entanto, o latim substituiu totalmente o etrusco, deixando apenas uns poucos documentos e uns poucos empréstimos linguísticos no latim (e.g., pessoa do etrusco phersu), e alguns topônimos , como Parma. Dela existem inscrições atualmente impossíveis de traduzir ou decifrar. As poucas palavras traduzidas referem-se à vida e à morte, uma vez que os poucos documentos encontrados são espécies de lápides. O etrusco não mostra parentescos evidentes com outras línguas importantes da antiguidade, como o latim ou o grego. Durante certo tempo foi considerada uma língua isolada como o basco. Atualmente encontra-se juntamente com outras línguas menores forma a chamada família tirrênica. Desde Rix (1998) é amplamente aceito que o rético e o lemnio juntamente com o etrusco são parte desta família tirrénica. Outra possível língua relacionada com etrusca é a minoica. Tal relação foi a principal hipótese de Michael Ventris antes de descobrir que a língua atrás da mais moderna escrita linear B foi o miceno, um dialeto grego. Giulio Mauro Facchetti, um pesquisador que tenha lidado com ambas as línguas (etrusca e minoica) apresentou mais uma vez essa hipótese, comparando algumas das palavras da minóica com significado conhecido com palavras etruscas similares
No seu Naturalis História (século I ), Plínio escreveu sobre os povos alpinos: "Os rétios e os vindelicios fronteiriças com a dos [nóricos], todos distribuídos em numerosas cidades. Os galos sustentam que os retios descendem dos etruscos, por seu líder Repto." Baseado nisto e em dados linguísticos está claro que o etrusco está relacionado com o rético. No entanto, para além destes fatos conhecidos, há um amplo debate. Alguns eruditos atuais afirmaram que o etrusco é parte da grande família tirrênica e está remotamente relacionada com a família de línguas indo-europeias, e citam similitudes nos finais gramaticais e o vocabulário. Nada pode ser determinado considerando a escassez de textos em geral em etrusco. Por agora muitos permanecem conservadores e consideram o tirreno isolado.
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